Compliance é frequentemente visto como custo e burocracia. Quando bem estruturado, é o oposto: vira pré-requisito para grandes contratos, due diligence de investidores e reputação no mercado.
Avaliação de riscos
Todo programa começa por entender os riscos reais do negócio, setor, geografia, terceiros e exposição regulatória.
Políticas e controles
Código de conduta, canal de denúncias, due diligence de terceiros e controles proporcionais ao risco.
Cultura
Programa de papel não protege ninguém. Treinamento, tom da liderança e consequências consistentes fazem o compliance funcionar.
Monitoramento
Auditorias e indicadores que mostram se o programa está vivo, e que servem de defesa em caso de questionamento.
